O texto de Reginald Rose, foi criado, originalmente, como série de TV, e, três anos depois, transportado para o cinema por Henry Fonda, que produziu e atuou no filme.
Em 1963, estreou no teatro, com extraordinário sucesso. Desde então vem inspirando vários artistas da dramaturgia, em diferente lugares do mundo
Reunem-se, em uma sala, doze jurados, que devem chegar a um consenso sobre a culpabilidade,ou não ,de um jóvem de 16 anos , acusado de ter assassinado o pai. Se ele for culpado será condenado à pena de morte.
Um parêntesis : - o direito processual criminal norte-americano é difente do nosso, nele os jurados trocam opiniões entre si para apresentar ao juiz o veredíto final. Assim a votação precisa ser unânime.
O juiz só convoca o juri se houver elementos de provas que justifiquem a reunião.
Neste caso, havia a prova do vizinho idoso e da vizinha do outro lado da rua, ambos acusando o menino de assassinato.
Parecia um caso fácil para os jurados votarem - culpado, é óbvio - até que um dos jurados não concorda com a decisão dos companheiros. Afinal, o réu poderia ser inocente.
Daí, é criada uma situação onde cada jurado vai revelando um pouco de si , seus preconceitos, idéias e crenças. E, nós, espectadores, começamos a julgar os jurados e não o fato em si.
Envolvidos num emaranhado de opiniões , saímos do teatro satisfeitos porque vivenciamos um ótimo espetáculo.!!!
Recomendo...
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