Total de visualizações de página

domingo, 17 de julho de 2011

bibliotecando no teatro, cinema.....: ADULTÉRIOS: o retorno de Fabio Assunção ao teatr...

bibliotecando no teatro, cinema.....: ADULTÉRIOS: o retorno de Fabio Assunção ao teatr...: "Muito legal este encontro com Fabio Assunção na peça ADULTÉRIOS, escrita por ninguém menos que Woody Allen. Texto instigante e divertido, ..."

ADULTÉRIOS: o retorno de Fabio Assunção ao teatro

Muito legal este encontro com Fabio Assunção na peça ADULTÉRIOS, escrita por  ninguém menos que Woody Allen.
Texto instigante e divertido, podemos dizer que é uma "comédia trágica" ou uma "tragédia cômica", não sei.
Um mendigo esquisofrênico ( Fred) encontra-se  com um autor literário (Jim) e quer partilhar com ele o sucesso de seu recém lançado livro. A peça tem como cenário New York, as margens do Rio Hudson.
Fred e Jim são  personagens que se cruzam e dividem suas histórias de vida num diálogo rápido, divertido e até um pouco triste, se encararmos a neusose de um e a psicose do outro como fazendo parte da vida real, originando dramas que fazem parte do cotidiano.
Jim, envolvido em um caso de adultério desespera-se para salvaguardar sua família das ameaças de sua amante, enquanto Fred, com seus devaneios, choques elétricos e sinais espaciais, tenta tirar o parceiro da situação inusitada.
O real e o imaginário, o sonho e a realidade se contrapõem  neste texto de Woody Allen, que sempre nos surpreende com sua genialidade.
Na direção temos Alexandre Reinecke e no elenco: Fabio Assunção, Norival Rizzo e Carol Mariottini.
Atençáo pessoal :
É interessante que  em algumas apresentações, quem interpreta Fred é Fábio é em outras é Norival, invertendo os papéis.
Quando fui assistir, sábado às 22:00horas, Fred foi vivido por Fábio Assunção, numa excelente interpretação!
Parabéns a todo o elenco e direção! Todos estão perfeitos!


sábado, 16 de julho de 2011

bibliotecando no teatro, cinema.....: CRUEL, de Strindberg, no Teatro FAAP

bibliotecando no teatro, cinema.....: CRUEL, de Strindberg, no Teatro FAAP: "Fomos assistir a esta adaptaçaõ da obra de August Strindberg 'CRUEL', dirigida por Elias Andreato e produzida por Selma Morente e Célia ..."

CRUEL, de Strindberg, no Teatro FAAP

Fomos assistir a esta  adaptaçaõ da obra  de  August Strindberg "CRUEL",  dirigida por Elias Andreato e produzida por Selma Morente e Célia Forte,  no Teatro FAAP.
O texto apresentado em apenas um ato, é rápido, consiso e vai de encontro às neuroses, os medos e ao amor  vivenciados pelos  três personagensem em cena.
 Graças à ótima performance de  Reynaldo Giacchini, Erik Marmo e Maria Manoela, temos uma apresentação agradável, que prende a nossa atenção até o final, com desfecho inesperado.
O Teatro Íntimo de Strindberg funcionou de 1910 a 1917, em Estocolmo - Suécia.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cisne Negro

Maravilhoso!  Imagine uma jóvem, com uma personalidade perfeccionista e tímida, aluna de uma escola de ballet conceituada, em Nova York. Dominada pela mãe neurótica e frustrada na profissão - também bailarina - transferindo para a filha a necessidade de ser "a melhor", e, ao mesmo tempo,mantendo-a superprotegida , retardando o seu desenvolvimento emocional  e, pior,  sem perceber que a  filha não é mais a sua menininha que ainda brinca com bonecas.
Sabemos, que no ambiente artístico,  a competição entre os colegas  para merecer o melhor  papel  é acirrada.  Na apresentação do ballet "O Lago do Cisne, " uma superprodução do coreógrafo , exige de Nina  (vivido o papel por NATALIE PORTMAN)  além da perfeiçaõ ténica , uma agressividade, sensualidade e ousadia que a jóvem não tem.
Dentro deste clima, ainda  ameaçada pela presença da sua rival sexy, Mila, que também desperta a atençao do coreógrafo, Nina "surta",vivendo integralmente entre a realidade e a fantasia. Daí vemos um desempenho magistral de dança......com lances documentais e outros  surrealistas....diretor , atriz  e música se complementam num espetáculo de tirar o fôlego.
O diretor é Darren Aronofsky.
O filme  é   lindo, para assistirmos mais de uma vez!!!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

bibliotecando: Pterodátilos: Família Adams com diálogo mais intel...

bibliotecando: Pterodátilos: Família Adams com diálogo mais intel...: "No Teatro da FAAP está passando a peça 'Pterodátilos', de Nick Silver, dirigida por Felipe Hirsh, com os atores marco Nanini, Mariana Lima,´..."

Pterodátilos: Família Adams com diálogo mais intelectual? Na FAAP

No Teatro da FAAP está passando a peça "Pterodátilos", de Nick Silver, dirigida por Felipe Hirsh, com os atores marco Nanini, Mariana Lima,´Alamo Facó, e Felipe Abib; cenografia de Daniela Thomas.


A família de Artur (Nanini) presidente de um banco e Grace, uma dona de casa alcoólatra  (Mariana Lima) e sua filha caçula Emma (Nanini) é surprendiada com a chegada do filho mais velho Todd (Alamo Facó) que revela ser portador do virus HIV e homossexual assumido. Emma está apaixonada pelo namorado Tom, que é transformado na empregada da família. Logo a seguir, Artur perde o emprego  e a família descobre ossos de dinossauros no sub solo da casa. O que rola na família é depravação, alcoolismo, violência e outros temas tabus, mas tudo enfocado dentro de um diálogo com humor e tragédia, ou como diríamos um humor negro.
Grace fica pronta, e , até ansiosa ,dentro do seu estado alcoólico , para preparar o funeral do filho.
Emma é uma jóvem que sofre as consequencias da rejeição de sua mãe, que na verdade nem sabe o seu nome. Por ter engolido quando criança um sapato, tem pontadas no corpo e a memória não é tao boa.
Na verdade, Nanini percebeu a fragilidade e a inocência da personagem e a transformou numa  figura cênica rica, um ponto forte no palco: uma personagem engraçada, que arranca  risadas  do público, com um mixto de humor drama.
O palco tem um tablado, que sobe e desce, de acordo com as cenas , até chegar a uma decomposição geral, dificultando a movimentação dos atores.
Voltando a história, Emma aparece vestida de noiva para casar com Tom, mas...Tom se paixona por Todd.e decide se separar de Emma...que tem aí o ponto alto da sua atuação.
Os ossos do dinossauro descobertos no porão ´nos transmitem a idéia da extinsão da familia degradada por sua inconsistência.


NOTA da comentarista: Ptrodátilos são dinossauros voadores carnívoros, que viveram no período jurássico e desapareceram da superfície da Terra, sem deixar rastro sobre o quê levou a sua extinsão.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Primeiro que Disse | Crítica Cinema | Omelete

Uma comédia de costumes, que na verdade tem mais característica de drama, pelo tema carregado de tabus, principalmente para uma família do Sul da Itália.
O comentário por mim postado  e  editado pelo site
OMELETE cinema, é um dos melhores que encontrei na internet sobre este filme. Não deixe de ler!
Assisti o filme , é bom.
O Primeiro que Disse Crítica Cinema Omelete

terça-feira, 15 de março de 2011

DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA

O texto de Reginald Rose, foi  criado, originalmente, como série de TV, e, três anos depois, transportado para o cinema por Henry Fonda, que produziu e atuou no filme.
Em 1963, estreou no teatro, com extraordinário sucesso.  Desde então vem inspirando vários artistas da dramaturgia, em diferente lugares do mundo
Reunem-se, em uma sala, doze jurados, que devem chegar a um consenso  sobre a culpabilidade,ou não ,de um jóvem de 16 anos , acusado de ter assassinado o  pai.  Se ele for culpado será condenado  à pena de morte.
Um parêntesis : - o direito processual criminal norte-americano é difente do nosso,  nele  os jurados trocam opiniões entre si para apresentar ao juiz o veredíto final. Assim a votação  precisa  ser unânime.
O juiz só convoca o juri se houver elementos de provas que justifiquem a reunião.
 Neste caso,  havia a prova do vizinho idoso e da vizinha do outro lado da rua, ambos acusando o menino de assassinato.
Parecia um caso fácil para os jurados votarem - culpado, é óbvio -  até que um  dos jurados não concorda com a decisão dos companheiros. Afinal, o réu poderia ser inocente.
Daí, é criada uma situação onde cada jurado vai revelando um pouco  de si , seus preconceitos,  idéias e crenças.  E, nós, espectadores, começamos a julgar os jurados e não o fato em si.
 Envolvidos  num  emaranhado de opiniões , saímos do teatro satisfeitos porque  vivenciamos um ótimo espetáculo.!!! 
Recomendo...

domingo, 6 de março de 2011

Cândida, de Bernard Shaw

Por ser uma peça diferenciada, tanto nos diálogos  como no único cenário apresentado, ao invés de fazer só a resenha e crítica de CÂNDIDA  achei merecida a idéia de colocar dados biográficos do autor, no final..
Realizada pelo Núcleo Experimental/Cooperativa Paulista de  Teatro, tem como atores preincipais: Bia Seidl, Sergio Mastropasqua,Thiago Carreira, com tradução e direção de Zé Henrique de Paula.
Um pastor anglicano com tendências socialistas,  faz suas preleções de forma a ganhar o prestígio e a admiração  da sua comunidade. Casado com Cândida, uma bela mulher, ele é surpreendido pela aparição de um jóvem poeta, tímido, que está apaixonado por sua esposa. Entre eles há um duelo de palavras e convicções, que abala a relação do casal.
Um enredo simples, se não  fosse escrito por  Bernard Shaw. Um cenário mórbido , sem atrativos   e, inicialmnte, uma apresentação cansativa, se não tivesse a marca do autor, que pede que assim seja . O desenrolar da trama, com diálogos profundos e inteligentes, as boas interpretações dos atores e um desfecho inesperado, saímos do teatro com a sensação de termos assistido  um ótimo espetáculo.
Recomento!!!

Bernard  Shaw (1856-1950) nasceu em Dublin, na Irlanda,.  Aos vinte anos mudou-se para Londres e tentou a sorte como romancista. Escreveu diversos panfletos para um grupo socialista e se tornou um importante orador, mas seus romances eram todos recusados pelas editoras da época..
Conseguiu emprego como crítico de teatro e música em periódicos londrinos. Logo, seu  estilo inteligente e cheio de sagacidade o levaria a ser considerado uma das figuras mais interessantes da época. Como um apaixonado defensor do  novo teatro de Ibsen, escreveu um ensaio sobre o autor, e decidiu redigir suas próprias peças.
Suas obras, porém , levaram tempo para ganhar os principais palcos da capital inglesa.
O primeiro sucesso ocorreu em 1898, em Nova Iorque, título " O Discipulo do Diabo".
Suas peças vinham sempre acompanhadas de uma descrição detalhada dos personagens e dos jogos de cena, além de prefácios explicativos que, em muitos casos, acabavam  sendo mais longos que o texto em si. Destacam-se: A  Profissão da Senhora Warren, Cândida, César e Cleópatra, Homen  e Super Homen, Major Bárbara, Pigmaleão, que se tornaria ainda mais famosa ao ser transformada no musical de sucesso My Fair Lady
Escreveu, ainda, diversos ensaios.
Em 1926  ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.
O racionalismo radical de Shaw, seu profundo desdém pelas convenções e suas falas cheias de sagacidade e perspicácia colocam seus prsonagens em apaixonantes batalhas de idéias, atacando a hipocrisia da sociedade  vitoriana, e fazem com que sua obra se mantenha viva e pulsante.

marisa martire

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

OSCAR 2011: o Rei e a Bailarina!


Mais uma vez nos deleitamos com a apresentação  dos concorrentes ao  premio mais cobiçado do cinema, o OSCAR.
 Sem  surpresas e prevendo quais seriam os vencedores, valeu  pela montagem do show, pelo glamour dos convidados e apresentadores, que, felizmente, neste ano deixaram de lado as piadinhas, que só são engraçadas para o humor dos americanos!
A Anne Hathway, bonita e magra, foi a figura de destaque na apresentação dos premiados; estava   muito a vontade como   com a  troca de roupas a cada reaparição--.umas dez vezes, no mínimo .
   Penélope Cruz surpreendeu , pela falta de gosto ao exibir um vestido vermelho, muito feio.
Outra dama de vermelho foi a Sandra Bullock, que também não me agradou.
 A melhor atriz,  Natalie Portman, bem mais gordinha, e está grávida, foi uma fofa ao agradecer pela escolha;  linda e elegante foi irretocável na apresentação.
 O melhor ator Colin Firth,  nervoso e emocionado, parecia que ainda estava vivendo a personagem do Rei , só faltou gaguejar durante os agradecimentos. Brincadeira  à parte, Colin  mereceu o premio!!
 Melhor filme e roteiro: Discurso do Rei.   Juro que pensei na possibilidade  de que a estatueta fosse para o filme Rede Social, porque é muito bom, e também é biográfico.
 Destaques  para a linda Nicole Kidman,  Javier Bardem, Jeff Bridges, Christian Bale, Jesse Heisenberg ,e outros que gostaria de citar, mas não  lembro  os nomes, deu um branco.É o horário....são tres horas da madrugada!


domingo, 20 de fevereiro de 2011

O discurso do Rei

É um filme  ótimo , cujo enredo é biográfico e conta  a vida  do Duque de Windsor, pai da Rainha Elizabeth II e da Princesa Margareth.
As cenas dentro do Palacio de Buckinghan são ótimas, satisfaz em parte  a  nossa curiosidade.
O principal, porém, é a interpretação do ator Colin Firth, que, protagonizando o papel do príncipe Bertie,    tornou -se  Rei da Inglaterra, após a morte de seu pai e abdicação ao trono de seu irmão mais velho, David.
Bertie teve problemas na fala desde os cinco anos de idade, que o fazia sofrer diante da necesidade de se
comunicar com seus familiares e súditos.
O início do filme não motiva tanto, mas com o decorrer  da trama  ficamos presos pela magistral performance do ator e de seu excêntrico terapeuta, interpretado por Geoffrey Rush.
O Rei George VI - nome dado ao príncipe ao se tornar rei - governou entre 1936 a 1952,  época da 2aº Guerra Mundial.
Na relação entre  opaciente e o terapeuta participamos  não somente do tratamento da gagueira, mas do drama psicológico de Bertie , que o teria levado a adquiri-la.
Não percam!!!
.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Olá pessoal! Leia meu blog!

VAMOS CONVERSAR SOBRE , LIVROS, FILMES, TEATROS?
Sigam-me quero conversar sobre o filme O CISNE NEGRO?
Faça a sua crítica ou comentário!
Até já.......






marisa martire